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Crónicas de uma menina da mamã

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Antoine de Saint-Exupéry

Das coisas que eu tenho medo na estrada

Existem algumas situações na estrada, enquanto condutora que me assustam, metem-me medo, arrepiam-me inclusive. Conduzir nos dias de hoje não é para todos, é apenas para os fortes, apenas os mais fortes conseguem superar os obstáculos diários com que nos deparamos ou os que se páram à nossa frente, os que conduzem a 30Km hora numa via rápida, a a 100Km dentro de uma localidade... Bom mas adiante!

A primeira coisa que me assusta na estrada sou eu própria, já são sobejamente conhecidas as minhas poucas aptidões enquanto condutora, porquanto até eu tenho medo de mim. A segunda é passar ou cruzar-me com alguém com as mesmas aptidões automobilísticas que eu possuo. A terceira que me assusta são os taxistas, taxistas em geral, aquele senhor taxista que proferiu aquela frase nojenta soberba sobre as leis, e sobretudo taxistas quando se cruzam com um carro da Uber. A quarta e última que me mete medo ao ponto de ficar com pele de galinha só de pensar nisso são as motas, as motas minha gente, um veículo motorizado como outro qualquer com a particularidade que pode surgir do nada tal qual um Dom Sebastião surgido do nevoeiro, medo!

Eu sei que existe algo que se chama "O significado dos sonhos", algo que acredito tanto como em unicórnios e fadas mágicas, mas será que existe alguma coisa que se chame "O significado dos pensamentos"? É porque já há uns tempos que ando a pensar que qualquer dia me esbardalho contra uma mota, ou uma mota contra mim, e gostava de saber o que é que isso significa, se souberem digam-me, ok?

Eu e os carrros...

Eu os carros e todas as suas variantes não nos damos muito bem, vá se lá saber porquê. Já aqui contei a história dramática da minha carta de condução, e das duas batidelas que dei em carros parados, quem leu já está ao corrente da minha falta de aptidão para a coisa.

Agora tenho de me deslocar todos os dias para o trabalho de carro, sou das primeiras a chegar porque entro às 08h00m e logo atrás de mim todos os dias, todos os dias atenção, estaciona ao meu lado um carro igualzinho ao meu, igualzinho mesmo: marca, modelo, cor e ano, só varia o mês. E todos os dias quando saio, dirijo-me ao meu carro vizinho com o intuito de o abrir (felizmente nunca fui apanhada), se aquilo não abrisse com o comando já lá tinha metido o rabiosque like a boss! Tal não é o amor subconsciente que tenho pelo vizinho que houve um dia que lhe dei um beijinho no espelho lateral... com a porta... e com força porque estava vento.... e ficou marca.... Acho que o dono do vizinho não reparou porque nesse dia chegou antes de mim, ou então sim, e qualquer dia chego ao meu carro e tenho o espelho partido ou riscado pela força do vento, tal como aconteceu ao meu vizinho... 

Eu e os carros... Se eu nem sequer reconheço o meu à primeira, hão-de querer que tenha jeito para a coisa!

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