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Crónicas de uma menina da mamã

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Antoine de Saint-Exupéry

Este post não é sobre o Dia dos Namorados

Este post não é sobre o Dia dos Namorados, é sobre o amor em geral.

Desde que me lembro de ser gente que sempre comemorei este dia: é o dia de aniversário da minha irmã!

Haja namorado ou não este dia nunca passa em branco, é sempre um dia repleto de amor porque amor de irmãs também é amor e todos os anos cá estou eu para o comemorar. E tantas são as aventuras e desventuras que partilhámos juntas, tantos foram os bons e maus momentos que estivemos lado a lado, tantas foram as "zangas" de manas que tivémos quando erámos crianças que dava para uma boa dezena de posts! Humm vou pensar nisso....

Não sou uma anti-valentine's day, não sou de grandes ódios, revoltas e invejas, julgo que quem quer comemorar o dia o deve fazer, quem não quer que não o comemore, fica ao critério de cada um e eu (nem ninguém) somos tão alguém para criticar quem o comemora ou não.

Pela minha parte eu vou comemorá-lo sim, ao lado da minha mana, ao lado de quem sempre esteve do meu lado!

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 (Imagem retirada daqui)

E é mais ou menos isto

“De hoje me diante será desta forma. Sob as minhas leis e as minhas regras fica decretado que de mim receberão exatamente o que me derem. Na mesma ordem e proporção, com o exato tamanho e ênfase. Aqueles que me presenteiam com amor serão cobertos pelos meus melhores sentimentos. Quem me dedicar o seu tempo e a sua atenção, pode estar certo de que ganhará de volta a minha dedicação e disposição. A palavra de ordem agora é: reciprocidade.

Tu já reparaste como anda este mundo? A amabilidade perdeu o sentido, tornou-se aparentemente desnecessária e inusual. As gentilezas tornaram-se piegas, os favores são nada mais que obrigação de alguém que deve atender prontamente os interesses alheios. A cordialidade desapareceu na agitada e insana rotina da cidade. A gratidão é mecânica, apressada e esquecida assim que se vira a esquina. As pessoas querem para si sem dar nada em troca.

Não, eu não quero isso para mim. Eu quero uma vida inteira com os meus semelhantes, pessoas que me acrescentem e não que me roubem. Não faço questão de muito. A quantidade não me preenche. A qualidade basta-me. É isso. Eu quero pessoas que acrescentem à minha vida com as suas modestas atitudes sinceras, com a simplicidade dos gestos legítimos, a confiança da mão estendida e do olhar afável. Eu procuro quem tenha tempo para me ouvir e também para me aconselhar. Alguém que se preocupe realmente comigo e com os meus, que esteja ao meu lado nas vitórias e nas derrotas, e quando nada puder fazer para me tirar do abismo, que se sente ao meu lado, me abrace e me faça companhia.

Talvez a simplicidade do que eu procuro e admiro seja complexa demais aos olhos da superficialidade. Enquanto para mim esse é o maior tesouro, para os outros não faz o menor sentido. O mundo está cheio de pessoas que querem para si sem dar nada em troca, impondo que as suas vontades afectivas sejam feitas pelos outros e sem terem o mínimo esforço de lhes retribuir o carinho recebido.

Não, não me façam perder o meu tempo, que já é pouco, com pessoas que só querem sugar o que eu tenho de luminoso e bonito, extorquindo sorrateiramente da minha alma tudo o que sou e que me pertence. Não roubes nada de mim, por favor. Pede-me. Sê honesto comigo e eu dar-te-ei o meu mundo. Não me enganes. Não me ludibries. Não me faças de tonto. Se queres um bocado do meu amor, oferece-me um pedaço do teu. Ou nós trocamos, ou nada feito.

Pronto. Assim seremos verdadeiros e confiantes uns com os outros. Coloquemos sobre a mesa o que podemos dar, o que procuramos para nos complementar, e que a reciprocidade seja a ordem – ou desordem – da vida.

Quem aceita o pouco passivamente acaba por se acostumar à mediocridade, habitua-se a receber menos ou absolutamente nada em troca. E as relações são feitas disso, de intercâmbio, de uma via de sentido duplo entre acções e reacções, entregas e recompensas. Aquele que não queira dar nada ao outro, que se recolha à sua suposta auto-suficiência e não exija do outro o que não lhe quer dar.

Atenção àqueles que nos procuram apenas quando lhes somos úteis. De hoje em diante permanece o amor, a amizade e a dedicação como moeda de troca. Aqui, na minha vida, só entra quem for convidado."

Karen Curi

Ai a Primavera, a Primavera....

Apesar de não parecer a Primavera já chegou, e com ela vem o desejo intenso de um novo amor, intenso demais para algumas pessoas....

Até aqui tudo bem, acredito no amor apesar de ja ter acreditado mais....

Mas caras colegas sem namorado nem parceiro: não me façam fazer figura de parva! Ora se me perguntam se o X trabalha no meu departamento e eu como não sei, feita parva pergunto às minhas/os novas/os colegas se o conhecem ( ficando elas e eles a pensar que o interesse é meu) e depois me dizem que já enviaram pedidos de amizade via redes sociais e inclusive já meteram conversa com o dito X por chat, é gozarem com a minha cara!! E ainda querem que acredite no amor na Primavera?? Por favor!!!

Numa empresa aonde 75% dos trabalhadores são do sexo feminino não me está a querer parecer que a Primavera vá regozijar para os vossos lados....

Just saying....

Ai a Primavera!

O Céu é o limite para quem quer!

Quando dizemos que o céu é o limite quer dizer que podemos alcançar tudo, tudo mesmo!

Nós somos poderosos e temos o direito de ter sucesso, amor, saúde, realização... desde que se invista nisso e nunca se desista dos nossos sonhos!

O céu é o limite para quem quer!

 

Não há limites para o ser humano... ele pode tudo desde que tenha esperança, só que muitos não percebem e passam pela vida... sem lutar... sem sonhar...sem procurar!

É o que eu vou continuar a fazer, a lutarm, a sonhar e a procurar... Eu não vivo a vida pela metade porque tenho uma vida inteira para viver, chamem-me idealista, sonhadora ou até parvinha, mas é como eu sou e vou continuar a ser!

 

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 Kikas