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Crónicas de uma menina da mamã

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Antoine de Saint-Exupéry

Carta aberta a um parvalhão

Ontem foi o dia em que bati o pé, em que disse para mim mesma 'Já não aguento  mais isto, isto não é para mim', ontem foi o dia em que te disse pela 50ª vez que eu sou uma pessoa e tenho sentimentos, tal como todas as outras.


Ontem foi o dia em que te dia pela 50ª vez que eu não sirvo só para as ocasiões, que não sou nenhum brinquedo, que não sou a tua 2ª, 3ª e 4ª opção quando não tens mais ninguém. Ontem foi o dia em que me apercebi que desde que te conheço que perdi um  pouco de mim, do meu ser, da minha individualidade, e só quem me conhece verdadeiramente sabe o que isso significa para mim.

Tu não sabes porque nunca te deste ao trabalho de me conhecer realmente, com todos os meus defeitos e virtudes, com todas as minhas falhas e vitórias, nunca me conheceste e também nunca me conhecerás, porque és um homem com h pequeno e um Parvalhão com P grande....


Ontem foi o dia em que bati o pé de vez, desta feita não há volta a dar, tal como eu costumo dizer à laia de um ditado popular "Vais-me fazer tanta falta como a fome", se calhar até irás nos primeiros tempos, mas desta feita não há mesmo volta a dar....


Apenas tenho um desejo: que nunca sejas tratado como me trataste a mim, porque é mau, porque magoa, porque nos faz sentir insignificantes e minúsculos...

Ninguém merece ser tratado assim, nem tu.... Quer dizer, se calhar até mereces, mas não consigo desejar-te o mesmo.

 

Fica bem!!

 

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 Kikas

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