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Crónicas de uma menina da mamã

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Antoine de Saint-Exupéry

Deixem-me viver na minha bolha

Sempre fui uma pessoa bastante reservada sobre a minha vida, os meus problemas, angústias, tristezas e até alegrias guardava-as sempre para mim, cheguei à conclusão que os anos passaram e nada mudou, continuo igual sem tirar nem por, continua tudo cá dentro bem guardadinho.

Eu tenho plena consciência que não é bom para mim, não consigo desabafar, não consigo confiar o suficiente nas pessoas para abrir o "meu mundo", tentei uma vez e fui mal sucedida logo não volta a acontecer.

Para além de não apreciar muito o facto de outras pessoas saberem tanto da minha vida quanto eu existe também o factor que eu chamo o "Factor Maria da Fé", sempre tive quem tecesse críticas, considerações e opiniões sobre como devo levar e reger a minha vida, como fazer para que esta seja melhor, pior ou igual sem as pedir. Sem saberem da minha vida, do que passei, do que fiz, do que penso, do que acho e não acho, algumas pessoas sentem-se no direito, quase na obrigação, de me encaminharem para um lugar que acham mais adequado para mim e acredito que o façam com a melhor das intenções, mas se não sabem de nada como é que podem aconselhar e/ou emitir juízos de opinião?

Não sei, só sei que continuo igual ao que era, uma pessoa fechada e reservada e não me está a querer parecer que vá mudar, já não tenho idade para mudanças radicais, apenas peço que me deixem viver na minha bolha, acho que não estou a pedir muito.

 

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