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Crónicas de uma menina da mamã

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" Antoine de Saint-Exupéry

Feliz 2018 everybody!

Com toda a certeza deste mundo e do outro que sei que todos vós já sabem onde vão passar a Passagem de Ano, a celebração, o deixar o ano velho para trás e entrar no novo ano que se avizinha à velocidade do som e da luz ao fim e ao cabo faltam pouco menos de 12 horas. Diz que disse que já há quem começou a celebrá-lo à data de ontem e quase que aposto que esses grandes malucos vão entrar em 2018 antes da Austrália medo.

Seja onde for, como for, com quem for entrem no novo ano com alegria (mesmo que o passem em casa com a sogra) trata-se de uma data especial por isso deixem de lado os ressabiamentos, as hipocrisias, os maus humores e pensem que se já chegaram até aqui não foi mau de todo, é sinal que estão vivos!

A gerência da casa Crónicas de uma menina da mamã deseja a todos os seus leitores, poucos mas muito bons, uma excelente entrada no novo ano e que 2018 seja melhor, igual ou superior ao ano que está a terminar.

Um beijinho e um abracinho especial a todos os que me acompanharam este ano, que em termos de blog foi curto, mas tudo feito com muito carinho e amour ou não, nunca saberão.

Existir ou não existir? Eis a questão

Já há algum tempo, mais precisamente 16 meses e 21 dias (mas quem é que está a contar?), que escrevi o seguinte post e para grande surpresa minha #sqn verifiquei que mudam-se os tempos mas não se mudam as vontades, ou neste caso, as mentalidades.

É certo que de quando em vez publico nas minhas redes sociais alguns momentos meus e dos meus, contudo porém continuo a não publicar tudo o que faço, com quem faço, a que horas o faço, como o fiz, onde vou, onde fui, onde gostaria de ir e por aí adiante. "Vira o disco e toca o mesmo", passados estes 16 meses e 21 dias ainda há quem pense que eu não saio de casa.... Assustador certo? Certo!!! Para certas pessoas, para outras nem tanto. O meu círculo de amizades é relativamente pequeno e estamos juntos praticamente todos os fins de semana, mal seria se eu publicasse uma foto de um café com o X, de um jantar com a Y ou de um passeio com o M, o N e o O, já tinha um álbum virtual do catano.

Sim eu sei o que estão a pensar, se me queixo tanto porque é que não apago o Facebook? Porque esta "ferramenta" virtual permite-me estar em contato com amigos e familiares que não se encontram no país e até para reencontrar pessoas que já não via há mais de 15 anos, como sucedeu este ano num jantar de reunião da minha antiga turma da escola secundária.

Eu já me apercebi, mal seria, que não vale a pena dizer que fiz isto, aquilo ou outro porque se não está numa rede social é porque não o fiz, ponto final parágrafo. E eu lá vou deixando que pensem o que querem: "Você não pode mudar o tempo mas pode ajustar as velas" já dizia e escrevia Confúcio.

Nem tudo é mau mas também nem tudo é ótimo, vai-se papando vá!

Este assunto sobre o Facebook veio novamente à baila, sendo que já tinha falado do mesmo aqui no blog por diversas vezes, pelos motivos que supra indiquei e também porque vi um vídeo que reflete o modo como a maioria de nós encara a vida neste momento, vivemos para o virtual quer queiramos quer não.

Ora então observem lá esta pérola:

(Vídeo retirado daqui)

Moral da história e do post: continuem a publicar cenas no Facebook em particular e nas redes sociais em geral não vá o Diabo tecê-las e a malta pensar que vocês não existem... Ou não têm vida.... Como eu....

P.S. Eu não publiquei fotos da Consoada mas juroooo que celebrei esta festividade, bem como o dia de Natal em si, verdade verdadinha.

 

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